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A Comissão Eleitoral (CE) para a representação docente do Campus Universitário de Abaetetuba no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da Universidade Federal do Pará (UFPA), torna pública a homologação das chapas que participação do processo eleitoral.

Para ter acesso ao documento, clique aqui.

Última modificação em Terça, 24 de Fevereiro de 2026, 20h00


  • 24/02/26
  • 19h54

 

O I Seminário Integrador da UFPA dos cursos de Licenciatura em Educação do Campo, em Etnodesenvolvimento e Tecnologia em Agroecologia é fruto de um processo de articulação nacional promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)/MEC a partir da participação de representantes da Faculdade de Formação e Desenvolvimento do Campo (Fadecam/UFPA/Abaetetuba), da Faculdade de Educação do Campo (Fecampo/UFPA/Cametá) e da Faculdade de Etnodiversidade (FacEtno/UFPA/Altamira) nos encontros e cursos de formação de formadores em Educação do Campo, onde foi despertada a necessidade de uma maior articulação dessas faculdades para se integrarem e discutirem de forma conjunta as dinâmicas e demandas dos cursos que ofertam, assim como de estudantes de graduação desses cursos.

O evento, que será realizado no Campus Abaetetuba, no período de 25 a 27/02/26, surge como uma proposta de integração e diálogos entre estudantes, docentes e técnicos(as) que atuam nos cursos, que são resultantes de demandas da sociedade civil organizada e de movimentos sociais do campo, sendo assim, a participação desse público também é esperada para enriquecer os debates e a programação.

Desse modo, o I Seminário Integrador da UFPA dos cursos de Licenciatura em Educação do Campo, em Etnodesenvolvimento e Tecnologia em Agroecologia, ao reunir discentes, professores (as), técnicos(as) e movimentos sociais se proporá a discutir políticas de educação diferenciada para a agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais a partir de seus territórios, seus pertencimentos e sua sociobiodiversidade.

O evento é exclusivo para professores(as), técnicos(as) e discentes dos cursos de graduação dessas faculdades, do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor Equidade – Licenciatura em Educação do Campo), e de programas de pós-graduação a elas vinculados, como o Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios, Identidades e Educação (PPGCITE) e o Programa de Pós-Graduação em Estudos em Etnodiversidade (PPGEtno). 

Os(as) estudantes se inscreveram e submeteram 395 trabalhos, em oito eixos temáticos, na forma de Resumo Simples, Resumo Expandido e/ou Artigo até o dia 13 de fevereiro, pelo site https://www.even3.com.br/seminufpa-687338/. Espera-se a participação de cerca de 600 inscritos(as), dos Campus da UFPA de Abaetetuba, Altamira e Cametá e de seus polos.

A programação, nos dias 25 e 26/02, ocorrerá no Campus de Abaetetuba e contará com conferências, mesas de debate, rodas de conversa, exposições no Museu do Baixo Tocantins, atividades culturais, apresentações de trabalhos, 11 oficinas e a Feira da Agricultura Familiar, organizada a partir do “Programa Circuitos Curtos de Comercialização, Valorização da Sociobiodiversidade e Organização da Feira da Agricultura Familiar no Campus de Abaetetuba (Proexia 2026)”, com a previsão de participação de 30 agricultores(as) que comercializarão produtos da sociobiodiversidade regional durante o evento. No dia 27/02, os(as) participantes se deslocarão para Belém para a realização de um ato político no Campus Guamá, onde será entregue à reitoria a Carta de Abaetetuba, que versará sobre a importância dos cursos de Licenciatura em Educação do Campo, em Etnodesenvolvimento e Tecnologia em Agroecologia e das atividades de ensino, pesquisa e extensão, a partir deles realizadas, para o atendimento às demandas das populações do campo e de seus territórios, assim como apresentará solicitações e proposições para os cursos, como resultado da sistematização dos diálogos ocorridos durante o Seminário em Abaetetuba. 


  • 24/02/26
  • 17h16

A Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza, entre os dias 25 e 27 de fevereiro, o I Seminário Integrador das Licenciaturas em Educação do Campo, Etnodesenvolvimento e Tecnologia em Agroecologia, evento que ocorrerá nos campi de Abaetetuba e Belém. Promovido em conjunto pela Fadecam (Abaetetuba), Fecampo (Cametá) e FacEtno (Altamira), o Seminário visa debater políticas de educação diferenciada e a valorização da sociobiodiversidade a partir dos territórios e pertencimentos de povos e comunidades tradicionais, integrando o conhecimento acadêmico aos movimentos sociais.

Programação e Locais

A agenda do Seminário será dividida entre a região do Tocantins e a capital paraense:

  • 25 e 26 de Fevereiro: Atividades acadêmicas e científicas no Campus de Abaetetuba.
  • 27 de Fevereiro: Atividades acadêmicas e científicas no Campus Belém e Encerramento do Seminário.

Acesse o folder e programação.

 

Última modificação em Terça, 24 de Fevereiro de 2026, 17h11


  • 21/02/26
  • 12h51

 

      O Campus Universitário de Abaetetuba torna público o Relatório Anual de Atividades (RAA) 2025, documento que sistematiza as principais ações desenvolvidas ao longo do ano no âmbito da gestão administrativa e acadêmica.

     Ao longo de 2025, o Campus consolidou iniciativas estratégicas e fortaleceu projetos de ensino, pesquisa e extensão alinhados às demandas sociais, ambientais e culturais da Amazônia, reafirmando, por meio dessas ações, o compromisso institucional com a qualidade da formação superior, com a produção de conhecimento socialmente referenciado e com a contribuição efetiva para o desenvolvimento regional.

     O RAA 2025 evidencia indicadores relevantes de desempenho e expressa, de forma clara, o empenho coletivo de docentes, técnicos-administrativos, estudantes e colaboradores, cujo trabalho conjunto tem sido fundamental para a consolidação de uma universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente comprometida. O documento apresenta, ainda, análises qualitativas que possibilitam avaliar resultados, identificar desafios e subsidiar o planejamento de ações e metas para os próximos anos.

     Mais do que um instrumento de prestação de contas, o Relatório Anual de Atividades constitui-se como um registro da trajetória institucional do Campus em 2025, refletindo o esforço permanente da comunidade acadêmica em promover ensino de excelência, pesquisa inovadora e extensão transformadora, em diálogo contínuo com a sociedade.

     O documento completo está disponível no link a seguir:

Relatório Anual de Atividades (RAA) – 2025.

Coordenação do Campus Universitário de Abaetetuba.

Última modificação em Quinta, 12 de Fevereiro de 2026, 12h53


  • 11/02/26
  • 21h01

 

Em 2015, a Organização das Nações Unidas instituiu o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado anualmente, em 11 de fevereiro, como forma de reconhecer a contribuição feminina para o avanço do conhecimento científico e incentivar a participação de meninas e mulheres nos diferentes campos da ciência. Ao longo da história, nomes como Marie Curie – primeira pessoa a conquistar dois Prêmios Nobel em áreas distintas – simbolizam a resistência e a excelência feminina em espaços tradicionalmente ocupados por homens. Hoje, esse legado se materializa também na Amazônia, onde pesquisadoras constroem ciência nos territórios, nas comunidades e nos desafios regionais.

Para comemorar a atuação dessas mulheres, a Universidade Federal do Pará (UFPA) inicia hoje a Série Especial Mulheres e Meninas na Ciência, que, neste ano, destaca pesquisadoras dos diferentes campi da Instituição e evidencia a importância da presença feminina na produção científica amazônica. “As mulheres produzem ciência com base em vivências diversas e ampliam perspectivas, metodologias e temas de investigação. Elas trazem para o campo científico experiências historicamente invisibilizadas e contribuem para construir uma ciência mais ética, socialmente comprometida e articulada à realidade, especialmente no contexto amazônico”, destaca Ladyana dos Santos Lobato, primeira entrevistada da série.

Servidora pública federal da UFPA há cerca de 16 anos, atuando, atualmente, como coordenadora da Divisão de Extensão do Campus Abaetetuba, Ladyana é uma dessas mulheres que se destacam ao construir uma trajetória acadêmica marcada pela articulação entre pesquisa, ensino e extensão. Doutora em Letras/Estudos Literários pela UFPA, ela desenvolve ações que aproximam a Universidade da comunidade e fortalecem temas como memória, educação, direitos humanos e diversidade étnico-racial na Amazônia.

Sua trajetória é marcada, sobretudo, pelo desenvolvimento de projetos voltados à inclusão social, educação básica, cultura, diversidade étnico-racial e formação cidadã, que visam fortalecer a relação entre Universidade e comunidade amazônida. Entre os projetos coordenados por Ladyana, destaca-se a implementação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) no Campus Abaetetuba, que fomenta pesquisas e ações de extensão voltadas às políticas de ações afirmativas, ao combate ao racismo e à valorização das culturas de matriz africana, afro-brasileira e quilombola.

Além disso, a pesquisadora participa de projetos como o Cursinho Popular, a Brinquedoteca (a qual visa ao atendimento dos filhos e das filhas de estudantes do Campus) e as Visitas Escolares Guiadas à UFPA, todos estes voltados à democratização do acesso ao ensino superior e ao fortalecimento do vínculo entre universidade, educação básica e sociedade.

“A extensão universitária é um potente espaço de produção de conhecimento. A interação com a comunidade revela saberes, demandas e soluções que, muitas vezes, não aparecem nos espaços acadêmicos tradicionais, mas são fundamentais para uma ciência socialmente referenciada”, afirma Ladyana Lobato.

Representatividade, desafios e transformação social – De acordo com Ladyana, a presença feminina na ciência amplia o “pensar” e o “fazer” científico, inspirando outras meninas e jovens a ocuparem esse espaço. “A presença das mulheres na ciência tem um efeito inspirador, mostrando para outras meninas e jovens que esse também é um espaço possível, legítimo e necessário para elas. Então, quanto mais mulheres na ciência, maiores são os avanços nas pesquisas e mais visível se torna a força das mulheres nos diferentes campos de atuação”, aponta.

Para Ladyana, ocupar espaços de decisão, produção do conhecimento e gestão dentro de locais como a universidade é uma responsabilidade coletiva. “É importante mostrar que mulheres, especialmente mulheres negras e amazônidas, podem e devem ocupar esses lugares. Ao mesmo tempo, isso representa abrir caminhos, fortalecer outras trajetórias e contribuir para que esses espaços se tornem mais diversos, mais justos e mais acolhedores”, pondera.

“Conciliar produção científica com outras dimensões da vida torna esse percurso ainda mais desafiador. Por isso é essencial o fortalecimento de políticas que contribuam para minimizar as desigualdades de gênero na ciência”, reflete a pesquisadora que tem sua trajetória acadêmica também influenciada por outra mulher, sua mãe, Maria do Socorro dos Santos Lobato, que foi uma figura atuante e reconhecida na área da Educação. 

Pesquisa, memória e ditadura – Na pesquisa, Ladyana é líder do Grupo “Infância, Exílio e Ditaduras”, certificado pelo CNPq, o qual desenvolve estudos sobre testemunho, memória e Ditadura Militar por meio da literatura, do cinema, da fotografia e de outras expressões artísticas. “A pesquisa analisa o testemunho e a memória de filhos de perseguidos, desaparecidos e mortos políticos da Ditadura Militar de 1964 e a forma como essas experiências aparecem na arte. Trata-se de uma oportunidade de refletir sobre a resistência à opressão, à dominação, à tortura e ao despotismo”, explica.

“Em tempos de violência, a reflexão sobre o autoritarismo sempre será uma atividade necessária, pois abarca não só a força exercida pelo regime ditatorial, mas também as relações de poder existentes, atualmente, na sociedade”, pontua a pesquisadora que também integra o Grupo de Estudos de Narrativa de Resistência Narrares há 10 anos. “Estudar memória, educação e direitos humanos é uma forma de manter vivo o debate sobre justiça, democracia e resistência”, completa Ladyana Lobato.

A trajetória de Ladyana dos Santos Lobato inicia a edição 2026 da Série Especial Mulheres e Meninas na Ciência. Acompanhe as próximas publicações para conhecer as histórias, as trajetórias profissionais e as realizações de pesquisadoras dos diferentes campi da UFPA, as quais reafirmam a ciência como espaço de diversidade, resistência e transformação social.

Leia mais:

FOTOS: Arquivo pessoal

Última modificação em Terça, 10 de Fevereiro de 2026, 18h38


  • 10/02/26
  • 18h12
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