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O Fórum Paraense e os Fóruns Regionais e Municipais de Educação do Campo, em aliança com os Movimentos e Organizações Sociais e Sindicais do Campo, Águas e Florestas, e muitos outros parceiros institucionais realizarão o IX Seminário de Combate ao Fechamento de Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas no Estado do Pará que acontecerá no dia 10 de abril de 2026, das 8:30h as 12:30h, no Ginásio de Esportes da UFPA, Campus de Castanhal.

A realização do Seminário, em sua nona edição, pretende fortalecer a presença das escolas públicas nos territórios do campo, indígenas e quilombolas, enquanto resistência dos povos originários e tradicionais da Amazônia, ao avanço do agro-hidro-mineral-bio-carbono negócio sobre seus territórios, que intensifica a crise climática e a destruição da vida da natureza, com a privatização dos rios, o garimpo em larga escala e por vezes ilegal, o avanço da soja e do gado sobre as áreas florestais e a implementação de grandes projetos sem consulta prévia, conforme estabelece a Convenção 169 da OIT.  

Com a realização do Seminário, este ano de forma híbrida, esperamos reunir gestores de secretarias municipais e estadual de educação, integrantes de conselhos municipais e estadual de educação, promotores e defensores públicos, representantes de organizações governamentais e não governamentais, de movimentos sociais e sindicais, professores e estudantes das universidades e redes de ensino; com uma ampla ação de convergência de agendas para intensificar o movimento de combate ao fechamento e de fortalecimento das escolas públicas nos territórios do campo, indígenas e quilombolas no Estado do Pará e em todo Brasil, especialmente nestes tempos em que foi instituído o Novo PRONACANPO – Política da Educação do Campo, das Águas e das Florestas – Resolução MEC n. 538 de 25 de julho de 2025.

A nossa luta firma a garantia do Estado à permanência da escola nas comunidades e ampliação do acesso educacional aos povos do campo, águas e florestas nos seus territórios, o que representa a garantia do direito ao reconhecimento e valorização de suas identidades culturais, o vínculo com a natureza e o trabalho no campo, águas e florestas e a possibilidade de uma escola que dialogue com os saberes das terras, das águas, das florestas, das ciências e das tecnologias.

Escola é Vida na Comunidade e Raízes se formam na terra, rios e florestas

Essa luta é nossa, essa luta é do povo, é só lutando que se faz um Brasil novo

Fechar Escola é Crime

Entre os dias 20 e 26 de junho de 2026, ocorrerá o IV Seminário Socioambiental Angola-Brasil, evento que visa fortalecer parcerias acadêmicas em temas fundamentais como Educação, Meio Ambiente, Tecnologias e Saúde. A quarta edição do Seminário será realizada na forma presencial na Universidade Federal do Pará (UFPA), Campus de Abaetetuba, Brasil, promovendo uma rica troca de conhecimentos entre Instituições de Ensino Superior (IES), brasileiras e angolanas, em uma movimento que já se consolidou como espaço permanente de diálogo científico, extensionista e intercultural.

Nessa edição estarão presentes as seguintes instituições brasileiras: UTFPR e UFPA como universidades coordenadoras e anfitriãs, respectivamente, e UEMS, USP, UFTM, UFBA, IFRJ em parceria com as IES angolanas: Universidade do Namibe (UNINBE), Instituto Superior Politécnico do Cuanza Sul (ISPCS), Instituto Superior de Ciências da Educação do Sumbe (ISCED) e Instituto Superior Politécnico do Moxico (ISP - Moxico).

A programação inclui mesas-redondas, grupos de discussão, oficinas, palestras, visitas técnicas e sessões de apresentação de pesquisas, além de atividades que incentivam o diálogo entre graduação e pós-graduação dos dois países.

O tema que será amplamente debatido denomina-se “A Pesquisa e a Extensão Internacional por meio da Cooperação para o Desenvolvimento de Territórios no Sul Global”. O público interessado poderá submeter até 12/05/2026 trabalhos para comunicações coordenadas em um dos seguintes eixos: I: Meio Ambiente e Educação; II: Meio Ambiente e Saúde; III: Meio Ambiente e Formação de Professores; IV: Meio Ambiente e Linguagem; V: Meio Ambiente e Tecnologia/Engenharias. 

A professora doutora Anelize Queiroz Amaral (Presidente do Seminário - Brasil/ Docente UTFPR-DV e vinculada ao PPGFCET) destaca a importância desse movimento de extensão internacional para mobilidade acadêmica, pesquisas conjuntas e o desenvolvimento de ações de extensão inovadoras junto as comunidades para o desenvolvimento territorial.

Para participar e obter mais informações, acesse: https://doity.com.br/rieu2026

 

 

A Comissão Eleitoral torna público o resultado da eleição para a Representação Docente do Campus Universitário de Abaetetuba no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), da Universidade Federal do Pará, referente ao biênio 2026-2028, realizada no dia 23 de março de 2026.

COMISSÃO ELEITORAL:
Prof. Dr. Robson Borges Rua (Presidente)
Prof. Dr. Romulo Corre Lima (Membro)
Prof. Dr. Ednelson da Silva Costa (Membro)
Profa. Dra. Joyce Otânia Seixas Ribeiro (Suplente)
Prof. Dr. José Francisco da Silva Costa (Suplente)

A Comissão Eleitoral divulga as chapas que participarão do pleito e apresenta as orientações gerais para a votação, com a finalidade de assegurar a transparência do processo:

1 – Data da eleição: A eleição ocorrerá no dia 23 de março de 2026, por meio do Sistema Integrado de Gestão de Eleições (SIGEleição).

2 – Horário da votação: A votação iniciará às 08 horas e se encerrará às 20 horas.

3 – Universo dos votantes: Poderão participar da eleição todos os docentes efetivos do Campus Universitário de Abaetetuba.

4 – Resultado da votação: Após o término da votação, será realizada a apuração dos votos.

A Comissão Eleitoral gostaria de contar com a participação de todos os docentes do quadro permanente do Campus Universitário de Abaetetuba, com o intuito de promover um processo democrático.

Comissão Eleitoral: Prof. Dr. Robson Borges Rua (Presidente) Prof. Dr. Romulo Corre Lima (Membro) Prof. Dr. Ednelson da Silva Costa (Membro) Profa. Dra. Joyce Otânia Seixas Ribeiro (Suplente) Prof. Dr. José Francisco da Silva Costa (Suplente)

Este é o CRONOGRAMA atualizado do nosso Processo Seletivo! Fique atento(a) para não perder as datas!
A Prova de Redação será dia 29/03/26, às 14:30h. Mas, atenção! O portão do seu local de prova abrirá as 13h e fechará as 14h. Não chegue atrasado(a)! Após as 14h não poderá mais acessar o local de prova.
Essas e outras informações estão disponíveis no site: https://www.ceps.ufpa.br/index.php/integr-2026/1035-editais-pse-int-2026 

Às vésperas do 8 de março, data em que celebramos o Dia Internacional da Mulher, dirijo uma mensagem de respeito, reconhecimento e profunda admiração a todas as mulheres que fazem parte do nosso Campus de Abaetetuba, incluindo aquelas que atuam nas diversas frentes de apoio que sustentam o funcionamento cotidiano da nossa instituição.

As mulheres, com sua sensibilidade, competência, coragem e capacidade de transformação, contribuem diariamente para a construção de uma instituição mais humana, justa e comprometida com o conhecimento e com a sociedade. Seja na docência, na pesquisa, na gestão, nos serviços técnicos, nas atividades de apoio ou na condição de estudantes, cada mulher fortalece a nossa comunidade acadêmica e amplia os horizontes do que podemos construir coletivamente.

Mais do que uma data comemorativa, o 8 de março nos convida à reflexão sobre a importância da valorização, do respeito e da igualdade de oportunidades. É também um momento de reafirmarmos nosso compromisso institucional com a dignidade, o reconhecimento e a promoção de ambientes cada vez mais inclusivos e seguros para todas.

Como homem e atual Coordenador deste Campus, reconheço o valor da luta histórica das mulheres e reafirmo que seguimos juntos nessa força coletiva, apoiando iniciativas, escutando demandas e contribuindo para que o respeito e a equidade sejam princípios permanentes em nossa convivência institucional.

Que esta data nos inspire a continuar avançando, com união, diálogo e compromisso, na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Com respeito e reconhecimento,

Coordenação do Campus de Abaetetuba

     

 

     É com grande satisfação que a Comissão Organizadora do Encontro dos Estudantes de pedagogia (X EPED), informa à comunidade acadêmica e ao público em geral que as inscrições para o X EPED abre no dia 02 de Março de 2026 às 18h30 e serão feitas através da plataforma Even3 no endereço eletrônico: https://www.even3.com.br/x-encontro-dos-estudantes-de-pedagogia-x-eped-698048. Esta edição tem como tema “Vozes em formação, lutas, conquistas e desafios: olhares pedagógicos na construção da trajetória docente”, o evento é realizado pelo Centro Acadêmico de Pedagogia (CAPED) da Universidade Federal do Pará - Campus Universitário de Abaetetuba, em parceria com sua respectiva subunidade, a Faculdade de Educação e Ciências Sociais (FAECS). O evento ocorrerá nos dias 19, 20 e 21 de maio de 2026 no Campus Universitário de Abaetetuba, e tem por objetivo político-social o desenvolvimento articulado entre Ensino, Pesquisa e Extensão no curso de graduação em Pedagogia e áreas afins, sendo um momento formativo para a socialização de conhecimentos e promoção de reflexões e debates sobre educação e sociedade no contexto atual.

     Para mais informações, baixe o edital do evento e os templates disponibilizados, em caso de dúvidas entre em contato através do Gmail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Cronograma: Inscrições na condição de ouvinte na plataforma Even3: Primeiro lote: 02/03/2026 a 20/03/2026 Segundo lote: 21/03/2026 a 18/04/2026 Terceiro lote: 19/04/2026 a 16/05/2026 Inscrições na condição de Profissionais da Educação são 02/03/2026 a 14/05/2026 na plataforma Even3. Inscrições com apresentação de trabalho (Comunicação Oral) na plataforma Even3: Primeiro lote: 02/03 a 28/03/2026 Segundo lote: 29/03 a 29/04/2026 Envio da carta de aceite dos trabalhos aprovados será do 29/04/2026 até o dia 05/05/2026 Prazo para recurso dos trabalhos não aprovados serão nos dias 07 e 08/05/2026 Publicação do Resultado de Recurso será no dia 11/05 /2026. O evento será realizado nos dias 19, 20 e 21/05/2026. O lançamento dos anais será 20/06/2026 O envio do trabalho completo (Artigo) para publicação no e-book do X EPED será até dia 30/05/2026. O lançamento do e-book será em junho de 2026 Fique por dentro das notícias sobre o evento nas nossas redes sociais: @caped.ufpa (Instagram) @eped.ufpa (Instagram) Gmail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Atenciosamente, Comissão Organizadora do X EPED.

Edital

Ficha de avaliação

Template de resumo expandido

A Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza, entre os dias 25 e 27 de fevereiro, o I Seminário Integrador das Licenciaturas em Educação do Campo, Etnodesenvolvimento e Tecnologia em Agroecologia, evento que ocorrerá nos campi de Abaetetuba e Belém. Promovido em conjunto pela Fadecam (Abaetetuba), Fecampo (Cametá) e FacEtno (Altamira), o Seminário visa debater políticas de educação diferenciada e a valorização da sociobiodiversidade a partir dos territórios e pertencimentos de povos e comunidades tradicionais, integrando o conhecimento acadêmico aos movimentos sociais.

Programação e Locais

A agenda do Seminário será dividida entre a região do Tocantins e a capital paraense:

  • 25 e 26 de Fevereiro: Atividades acadêmicas e científicas no Campus de Abaetetuba.
  • 27 de Fevereiro: Atividades acadêmicas e científicas no Campus Belém e Encerramento do Seminário.

Acesse o folder e programação.

 

 

      O Campus Universitário de Abaetetuba torna público o Relatório Anual de Atividades (RAA) 2025, documento que sistematiza as principais ações desenvolvidas ao longo do ano no âmbito da gestão administrativa e acadêmica.

     Ao longo de 2025, o Campus consolidou iniciativas estratégicas e fortaleceu projetos de ensino, pesquisa e extensão alinhados às demandas sociais, ambientais e culturais da Amazônia, reafirmando, por meio dessas ações, o compromisso institucional com a qualidade da formação superior, com a produção de conhecimento socialmente referenciado e com a contribuição efetiva para o desenvolvimento regional.

     O RAA 2025 evidencia indicadores relevantes de desempenho e expressa, de forma clara, o empenho coletivo de docentes, técnicos-administrativos, estudantes e colaboradores, cujo trabalho conjunto tem sido fundamental para a consolidação de uma universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente comprometida. O documento apresenta, ainda, análises qualitativas que possibilitam avaliar resultados, identificar desafios e subsidiar o planejamento de ações e metas para os próximos anos.

     Mais do que um instrumento de prestação de contas, o Relatório Anual de Atividades constitui-se como um registro da trajetória institucional do Campus em 2025, refletindo o esforço permanente da comunidade acadêmica em promover ensino de excelência, pesquisa inovadora e extensão transformadora, em diálogo contínuo com a sociedade.

     O documento completo está disponível no link a seguir:

Relatório Anual de Atividades (RAA) – 2025.

Coordenação do Campus Universitário de Abaetetuba.

 

Em 2015, a Organização das Nações Unidas instituiu o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado anualmente, em 11 de fevereiro, como forma de reconhecer a contribuição feminina para o avanço do conhecimento científico e incentivar a participação de meninas e mulheres nos diferentes campos da ciência. Ao longo da história, nomes como Marie Curie – primeira pessoa a conquistar dois Prêmios Nobel em áreas distintas – simbolizam a resistência e a excelência feminina em espaços tradicionalmente ocupados por homens. Hoje, esse legado se materializa também na Amazônia, onde pesquisadoras constroem ciência nos territórios, nas comunidades e nos desafios regionais.

Para comemorar a atuação dessas mulheres, a Universidade Federal do Pará (UFPA) inicia hoje a Série Especial Mulheres e Meninas na Ciência, que, neste ano, destaca pesquisadoras dos diferentes campi da Instituição e evidencia a importância da presença feminina na produção científica amazônica. “As mulheres produzem ciência com base em vivências diversas e ampliam perspectivas, metodologias e temas de investigação. Elas trazem para o campo científico experiências historicamente invisibilizadas e contribuem para construir uma ciência mais ética, socialmente comprometida e articulada à realidade, especialmente no contexto amazônico”, destaca Ladyana dos Santos Lobato, primeira entrevistada da série.

Servidora pública federal da UFPA há cerca de 16 anos, atuando, atualmente, como coordenadora da Divisão de Extensão do Campus Abaetetuba, Ladyana é uma dessas mulheres que se destacam ao construir uma trajetória acadêmica marcada pela articulação entre pesquisa, ensino e extensão. Doutora em Letras/Estudos Literários pela UFPA, ela desenvolve ações que aproximam a Universidade da comunidade e fortalecem temas como memória, educação, direitos humanos e diversidade étnico-racial na Amazônia.

Sua trajetória é marcada, sobretudo, pelo desenvolvimento de projetos voltados à inclusão social, educação básica, cultura, diversidade étnico-racial e formação cidadã, que visam fortalecer a relação entre Universidade e comunidade amazônida. Entre os projetos coordenados por Ladyana, destaca-se a implementação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) no Campus Abaetetuba, que fomenta pesquisas e ações de extensão voltadas às políticas de ações afirmativas, ao combate ao racismo e à valorização das culturas de matriz africana, afro-brasileira e quilombola.

Além disso, a pesquisadora participa de projetos como o Cursinho Popular, a Brinquedoteca (a qual visa ao atendimento dos filhos e das filhas de estudantes do Campus) e as Visitas Escolares Guiadas à UFPA, todos estes voltados à democratização do acesso ao ensino superior e ao fortalecimento do vínculo entre universidade, educação básica e sociedade.

“A extensão universitária é um potente espaço de produção de conhecimento. A interação com a comunidade revela saberes, demandas e soluções que, muitas vezes, não aparecem nos espaços acadêmicos tradicionais, mas são fundamentais para uma ciência socialmente referenciada”, afirma Ladyana Lobato.

Representatividade, desafios e transformação social – De acordo com Ladyana, a presença feminina na ciência amplia o “pensar” e o “fazer” científico, inspirando outras meninas e jovens a ocuparem esse espaço. “A presença das mulheres na ciência tem um efeito inspirador, mostrando para outras meninas e jovens que esse também é um espaço possível, legítimo e necessário para elas. Então, quanto mais mulheres na ciência, maiores são os avanços nas pesquisas e mais visível se torna a força das mulheres nos diferentes campos de atuação”, aponta.

Para Ladyana, ocupar espaços de decisão, produção do conhecimento e gestão dentro de locais como a universidade é uma responsabilidade coletiva. “É importante mostrar que mulheres, especialmente mulheres negras e amazônidas, podem e devem ocupar esses lugares. Ao mesmo tempo, isso representa abrir caminhos, fortalecer outras trajetórias e contribuir para que esses espaços se tornem mais diversos, mais justos e mais acolhedores”, pondera.

“Conciliar produção científica com outras dimensões da vida torna esse percurso ainda mais desafiador. Por isso é essencial o fortalecimento de políticas que contribuam para minimizar as desigualdades de gênero na ciência”, reflete a pesquisadora que tem sua trajetória acadêmica também influenciada por outra mulher, sua mãe, Maria do Socorro dos Santos Lobato, que foi uma figura atuante e reconhecida na área da Educação. 

Pesquisa, memória e ditadura – Na pesquisa, Ladyana é líder do Grupo “Infância, Exílio e Ditaduras”, certificado pelo CNPq, o qual desenvolve estudos sobre testemunho, memória e Ditadura Militar por meio da literatura, do cinema, da fotografia e de outras expressões artísticas. “A pesquisa analisa o testemunho e a memória de filhos de perseguidos, desaparecidos e mortos políticos da Ditadura Militar de 1964 e a forma como essas experiências aparecem na arte. Trata-se de uma oportunidade de refletir sobre a resistência à opressão, à dominação, à tortura e ao despotismo”, explica.

“Em tempos de violência, a reflexão sobre o autoritarismo sempre será uma atividade necessária, pois abarca não só a força exercida pelo regime ditatorial, mas também as relações de poder existentes, atualmente, na sociedade”, pontua a pesquisadora que também integra o Grupo de Estudos de Narrativa de Resistência Narrares há 10 anos. “Estudar memória, educação e direitos humanos é uma forma de manter vivo o debate sobre justiça, democracia e resistência”, completa Ladyana Lobato.

A trajetória de Ladyana dos Santos Lobato inicia a edição 2026 da Série Especial Mulheres e Meninas na Ciência. Acompanhe as próximas publicações para conhecer as histórias, as trajetórias profissionais e as realizações de pesquisadoras dos diferentes campi da UFPA, as quais reafirmam a ciência como espaço de diversidade, resistência e transformação social.

Leia mais:

FOTOS: Arquivo pessoal

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